31 de agosto de 2010

Na fascinante estrada da vida

Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente. Érico Veríssimo

À medida que amadurecemos, nossa tendência é nos tornarmos mais sensíveis, mais receptivos às experiências metafísicas. Porém essas tendências poderão nos levar a caminhos ofelicidade a doisu descaminhos... Se deixarmos a sensibilidade se dominar por dissabores, nosso destino vai adquirir um tom amargo. Se, no entanto, nos voltarmos para o lado fascinante da existência, vamos nos tornar mais solidários, mais românticos, conseqüentemente, mais interessantes e felizes.

 

O romantismo age como um bálsamo em nossas mentes, almas e corações... Muitas vezes, há quem chegue a admitir que, só pelo romantismo, já vale a vida.

 

Felizes os românticos assumidos, de qualquer idade! E aos maduros, que ainda relutam em assumir essa faceta inigualável da existência, não sabem o que estão perdendo... Entreguem-se incondicionalmente aos prazeres do romantismo e verão que a vida vai adquirir um novo sentido, novos sabores, novos coloridos... e as vicissitudes do cotidiano se tornarão mais amenas, mais facilmente suportáveis. Oriza Martins

Abrindo a urna e festejando antes da hora

dilmona guerrilheira Festa na véspera - Miriam Leitão no Globo

Então é isso? Uma eleição cuja campanha começou antes da hora acabou antes que os votos sejam depositados na urna? A vencedora de véspera já estendeu a mão, magnânima, à oposição; seus dois maiores caciques começaram uma briga intestina; cargos são distribuídos entre os partidos da base e os assessores já preparam os planos e projetos. Fala-se do futuro como inexorável.

 

O quadro está amplamente favorável a Dilma Rousseff, mas é preciso ter respeito pelo processo eleitoral. Se pesquisa fosse voto, era bem mais simples e barato escolher o governante. Imagina o tempo e o dinheiro poupado se pesquisas, 30 dias antes do pleito, fossem suficientes para o processo de escolha? A estrutura da Justiça Eleitoral, as urnas distribuídas num país continental, mesários trabalhando o dia inteiro, computadores contando votos; nada disso seria necessário. Mas como eleição é a democracia num momento supremo, respeitá-la é essencial. Os que estão em vantagem, e os que estão em desvantagem, não podem considerar o processo terminado porque isso amputa a melhor parte da democracia, encerra prematuramente o precioso tempo do debate e das escolhas.

 

Dilma já sabe até o que fará depois de ser eleita, como disse na sexta-feira: “A gente desarma o palanque e estende a mão para quem for pessoa de boa vontade e quiser partilhar desse processo de transformação do Brasil.” Os jornalistas insistiram, ela ficou no mesmo tom: “Estendo a mão para quem quiser partilhar. Eu não sei se ele (Serra) quer. Você pergunta para ele, se ele quiser, perfeitamente.” Avisou que se alguém recusasse, não haveria problema: “Pode ficar sem estender a mão, como oposição numa boa que vai ter dinheiro.” Já está até distribuindo o dinheiro público.

O mudo que quer ser governador

Já escrevi aqui no blog que a A politica é a canalização das emoções humanas. Afirmei que ela (política), tanto pode ser trágica, quanto cômica. Acrescento que, pode também ser indiferente dado o contexto em que ela se insere. A razão desta afirmativa é o vídeo acima em que o Secretário Geral do PCB, Ivan Pinheiro aparece apresentando o candidato do partido Igor Grabois, candidato ao Governo do Estado de São Paulo. Em 46 segundos, Grabois não diz um único A, não faz qualquer gesto, deixando o possível eleitor sem opinião, sem qualquer referência sobre o candidato. Considerando que uma média de 140 palavras podem ser ditas por minuto e o vídeo tem 46 segundos, o tempo sendo dividido por igual com Ivan Pinheiro, seria de 23 segundos a cada um, sendo que cada um poderia ter dito cerca de 50 palavras.

 

Considero que um representante do voto elabora propostas, discute interesses e divergências e outras questões que não quero elencar aqui. Muito menos estou afirmando que uma pessoa deficiente vocal não possa pleitear um cargo eletivo, nem sei se há esta observação na Constituição a respeito de qualquer cargo público, mas convenhamos, o homem não disse nada.

Os justos não podem ser calados

O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons. Martin Luther King

Pra frente BrasilRecebi o e-mail abaixo de Indio da Costa. candidato a vice presidente na chapa de José Serra (PSDB), creio que milhares de pessoas também o tenha recebido. É uma conclamação a uma mobilização, com a expressa recomendação de enviá-lo a amigos e conhecidos. Sigamos nesta corrente.

 

Prezado Apoiador,

A luta de várias gerações em defesa da democracia garantiu-nos o direito de escolha. Construímos um país sem a tutela de ninguém, que se subordina às instituições e às leis democraticamente votadas.

 

Eleição não pode ser a escolha autocrática de uma pessoa que deseja impor sua vontade. O Brasil pede bem mais do que palavras. Precisa de um presidente que una o país, em vez de dividi-lo; que seja escravo das leis, em vez de escravizá-las.

 

Precisamos de comprometimento com os direitos humanos, não com as tiranias. O nome da democracia no Brasil, hoje, é SERRA. Com a sua ajuda, SERRA pode ser nosso próximo Presidente. Você vai se juntar a milhares de outras pessoas e entrar para o TIME SERRA 45?

 

As pesquisas não acreditavam na aprovação do Ficha Limpa, mas com a nossa mobilização a Lei foi aprovada. Somos nós quem decidimos o que queremos.

O homenzinho azul e Levy Fidelix

Leia e veja esta informação no site Relembrando:

“Produzido pela Start Anima, esse filme do carismático Homenzinho Azul da Johnson & Johnson levou Bronze no Festival de Cannes em 1978. HOMENZINHO AZUL COTONETES. O Homenzinho Azul, que nos anúncios da Johnson & Johnson aparecia enrolado em uma toalha saindo do banho rebolando e cantando, foi criado em 1978, por Edmar Salles, da agência Lowe Lintas, e animado por Walbercy Ribas, para comunicar a marca de hastes flexíveis COTONETES.

 

O comercial de estréia, que fazia parte de uma campanha com o objetivo de reforçar o conceito de hastes flexíveis conquistou Leão de Bronze no Festival de Cannes do mesmo ano. O objetivo da campanha, que tinha como tema “Gente grande também precisa de carinho”, era mostrar que o produto tinha outros usos além dos cuidados infantis. Desde então, a empresa  já produziu mais de 20 filmes com o personagem que ainda hoje ilustra a embalagem dos Cotonetes Johnson & Johnson. Hoje, esse gordinho, careca e simpático é visto pelos consumidores como uma figura bem resolvida por não ceder à pressão dos padrões estéticos.”

 

Agora, veja este vídeo de campanha de Levy Fidelix presidenciável pelo PRTB. Fidelix é mais conhecido como o “Homem do aerotrem”, por sua insistente proposta de criar um meio de transporte de massa, conhecido como "AEROTREM". Estou desconfiado que Fidelix é o ator do filme da Johnson & Johnson do vídeo acima, veja as semelhanças. Tudo a ver, Fidelix também foi Diretor de Criação nas Agencias de Publicidade Vogue e Staff (RJ). Este filme da Johnson & Johnson foi sucesso, tanto que foi produzido mais de 20 filmes.

30 de agosto de 2010

Puta sacanagem

Leia o texto, depois veja o vídeo

 

 

Quem chegava a Sampa nos idos de 50 e 60 se maravilhava com um mundo de descobertas, os cruzamentos da Avenida Ipiranga e São João fervilhava, próximo dali a "Boca do Luxo" e a "Boca do Lixo", onde a noite paulistana se agitava. Caetano Veloso colocou em prosa e verso esta parte da Paulicéia. Passado tanto tempo, ali próximo (Ipiranga) há cinemas pornôs e “casa de massagens”, onde meninas com deselegância discreta batem ponto.

 

Sexta-feira passada, passando vi as tais “meninas”, mais adiante, justo na na tal esquina, uma morena  de busto farto e olhar cansado segurando uma faixa de propaganda política de Aloízio Mercadante. Pensei, “Puta sacanagem!”. A moça em questão trabalhava na campanha de Mercadante. Na hora me lembrei do vídeo acima em que o sujeito vai na zona pra fazer um programa, mas não esperava uma Puta Sacanagem.

A indiferença das Forças Armadas

soldado no front

A sovietização das Forças Armadas-  Por Nivaldo Cordeiro

Os movimentos do PT e sua conspiração totalitária de forma alguma estão confinados ao rosário de mentiras institucionais em torno do projeto eleitoral de perpetuação no poder. Esses episódios em torno do vazamento dos dados da base da Receita Federal, gravíssimos em si, nada são perto do que estão fazendo para preparar o tempo do poder total. Refiro-me aqui às modificações que foram introduzidas na estrutura do ministério da Defesa e na criação do Estado-Maior das Forças Armadas por lei recentemente, agora recheado de “assessores” civis. Bem sabemos que o coração das estruturas militares é a sua linha de comando clara, que tem no topo um chefe preparado e respeitado dentro da instituição. Quebrar essa hierarquia personificada, que tem nome, por órgãos colegiados e sem rosto, é algo próprio da ideologia comunista.

 

A minha surpresa foi ver a passividade com que a alta hierarquia militar engoliu o fato. É a própria destruição das Forças Armadas que está em curso. É o aparelhamento da estrutura militar, sua sovietização. Finalmente o PT deu o passo mortal para fundir o partido com a estrutura militar, fato que já havia conseguido com demais órgãos e carreiras de Estado. O caso citado de vazamento de dados apenas nos deu um exemplo à luz do dia do que significa essa união partido/estado. É o totalitarismo com todas as letras. A nova estrutura aprovada prepara o caminho para o passo final. A carapaça do Exército de Caxias foi finalmente quebrada e a estrutura de comando diluída.

 

Chamo a atenção para o artigo publicado na revista Isto É (Jobim vai à guerra), única publicação que ousou comentar a gravíssima inovação. O jornalista Hugo Marques sintetizou tudo no primeiro parágrafo da matéria:

A sovietização das Forças Armadas

 

A revista Isto É trouxe matéria importante mostrando que a lei sancionada por Lula, modificando a estrutura do ministério da Defesa, significa a quebra da hegemonia dos militares de carreira sobre as decisões das Forças, uma verdadeira união do partido com as instituições militares. É a sovietização das Forças Armadas. Texto e vídeo por Nivaldo Cordeiro

Lula, ainda tenho a caneta para fazer miséria neste país

caneta para fazer miseria Matéria do Estado de São Paulo de sexta-feira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na noite desta sexta-feira, 27, que “ainda tem caneta para fazer miséria neste País”, ao lembrar que tem quatro meses e alguns dias de governo. Ele fez a afirmação depois de ouvir discursos em tom de despedida feitos durante comício realizado no Marco Zero, centro histórico do Recife, junto com a candidata Dilma Rousseff. "Alguns companheiros estão falando tanto, mas matariam para ser presidente por um dia”, afirmou. Previsto para reunir 10 mil pessoas, o ato teve a participação de duas mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar. A maioria, militância paga.

 

Matéria completa aqui 

Comentando o texto

De fato Lula tem a caneta e os meios para mudar o país, para melhor ou pior. No caso ele mesmo admite que a sua caneta é para fazer miséria. E ele tem feito seguidas misérias como o apadrinhamento de companheiros, a nomeação indiscriminada de políticos aliados para cargos de confiança e a crescente destinação de verbas oficiais a ONGs e movimentos sociais que em contrapartida nada apresenta.

 

Lula deveria usar esta caneta para diminuir as desigualdades sociais, erradicar a pobreza, combater a criminalidade, assegurar a segurança das nossas fronteiras, consequentemente trazendo mais segurança para o nosso povo. Mas, não, sua caneta é para fazer miséria.

29 de agosto de 2010

Kajuru no Raul Gil, pesquisas são furadas

 

O jornalista Jorge Kajuru participou do "Programa Raul Gil" deste sábado (28), no SBT. No quadro "Pra Quem Você Tira o Chapéu?", Cajuru, homem de coragem, afirmou que não tira o chapéu para o Ibope, chegando inclusive a lançar um desafio, quem da platéia possuía em casa o Peoplemeter, aparelho que registra a preferência do usuário. Ao ligar a TV o aparelho passa a registrar os dados -o horário em que a TV é ligada e desligada.

 

Kajuru também não tirou o chapéu para o presidente Lula, fez mais, continuou duvidando das pesquisas de popularidade que aponta o presidente com elevados índices de aprovação, Raul Gil solicitou que quem tirasse o chapéu para Lula batesse palmas, meia dúzia de pessoas se manifestaram. Para quem não tira, foi um estrondo.

Dilma, a fracassada vendedora de bugigangas

"A loja era mal-acabada, com divisórias de tábua, um troço rústico. E, claro, não entrava ninguém ali", diz Ênio da Costa Teixeira, dono de pizzaria, lembrando que dois funcionários ficavam na loja e Dilma aparecia eventualmente. 

Portal da Folha - Dilma já vendeu bugigangas e 'Cavaleiros do Zodíaco' no RS

Nem só de políbugiganga, o inspetor alopradotica e cargos públicos viveu a presidenciável Dilma Rousseff (PT). Entre uma função e outra no Rio Grande do Sul, ela investiu no mundo empresarial com uma loja de bugigangas importadas do Panamá.

 

O negócio, que durou um ano e cinco meses, fechou em julho de 1996 e é omitido de sua biografia oficial.

 

Com o nome fantasia de Pão & Circo, inspirado na estratégia romana para calar as vozes insatisfeitas, a empresa foi registrada para comercializar confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco, bijuterias, flores naturais e artificiais, vendidos a preços módicos.

 

O forte, porém, eram os brinquedos, particularmente os dos "Cavaleiros do Zodíaco", animação japonesa sobre jovens guerreiros que fez sucesso nos anos 1990.

 

Na biografia oficial de Dilma na web, que exalta a fama de boa gerente da candidata, não há menção ao período em que ela foi sócia-gerente da Pão & Circo. Nem mesmo quando defendeu a criação de um ministério para pequenas e médias empresas, em maio, mencionou o fato.

28 de agosto de 2010

O pastor que não gosta de pobres no farol

Leia primeiro o post anterior para compreender este

Um abismo separa Davi o pastor de ovelhas, deste pastor que prega o aborto. Davi declamava nos prados, nas noites solitárias.

 

“A minha alma está quebrantada de desejar os teus juízos em todo o tempo. Tenho desejado a tua salvação, ó SENHOR; a tua lei é todo o meu prazer”. Sl. 119. 

Edir Macedo tem outras preferências, seu negócio e prazer principal é ensinar aos pastores de sua igreja a conseguirem contribuições dos fiéis com a suave recomendação “Ou dá, ou desce”. Claro, a spivetes no farolegunda preferência de Macedo, da qual ele adora, é falar do aborto, é culpar os pobres indefesos que não vieram ao mundo, tornando-as vitimas duas vezes seguidas. Este raciocínio é próprio de pessoas que não temem a Deus. Como diz Boris Casoy “Isto é uma vergonha!”

 

Macedo, certamente se incomoda com os pedintes nos faróis, daqueles moleques sujos, maltrapilhos que ao fechar o farol correm fazendo graça com bolinhas de tênis e rodinhos pra limparem os pára-brisas dos carros em busca de algumas moedas. Isto fica claro em seu texto. Como nas igrejas de Macedo, as moedas não são bem vindas, visto que o pedido de contribuição mínima é de R$10,00, ele se incomoda por não carregar nenhuma no bolso e assim afastar aqueles pestilentos, que tem a petulância de mostrar que há divisões sociais e que o mundo de prosperidade que ele prega só existe pra ele e auxiliares próximos. Então convém eliminar esta escória, não deixando que elas nasçam, pra não vir perturbar “homens de bem”.

A fala delinqüente de um pastor

Reinaldo Azevedo trouxe um seu blog um vídeo de uma palestra de Edir Macedo, líder máximo da Igreja Universal do Reino de Deus. Reinaldo ficou assustado com o exposto, diante de tanta barbaridade, alertou que era um post para ser lido, visto e ouvido com um crucifixo da mão! Veja o vídeo caso tenha coragem, transcrevi o texto que está logo abaixo, no post seguinte minhas considerações.

 

 

Eu adoro falar sobre aborto, planejamento familiar. Não é pra contrariar a igreja católica, mas para ajudar as pessoas, levar as pessoas a uma vida de melhor qualidade. Menos violência, menos morte, menos mortalidade infantil, menos doenças, enfim, todo o mal que nós temos visto em nossa sociedade.

Marina diz, ela me põe medo

“Mas, com todo respeito à ministra Dilma, nós não conhecemos ela nesse lugar de eleita. Conhecemos como ministra de Minas e Energia, da Casa Civil e até respeitamos o trabalho dela, mas daí a ser presidente da República?”.

dilma, a sargentonaEm campanha no Sul do País, a candidata Marina Silva, do PV, fez críticas em relação ao desconhecimento geral sobre a biografia da candidata do PT, Dilma Rousseff. Em café da manhã em Curitiba nesta quinta-feira, 26, com lideranças do PV paranaense, Marina pediu ao povo brasileiro que “pense duas vezes” antes de fazer suas escolhas.

 

“Que o povo brasileiro pense duas vezes antes de entregar o futuro do Brasil para quem não conhecemos direito”, disse ela.

 

Deus está abrindo os olhos de Marina

Marina fez uma comparação entre algumas figuras da política nacional para questionar a experiência de Dilma.”Nós conhecemos o presidente Lula, a gente conhecia o Fernando Henrique Cardoso, a gente conhece o Serra – eu discordo dele, mas conheço. O povo pode até discordar de mim, mas me conhece. Eu estou aí há 16 anos na política nacional”, afirmou Marina.

 

E em seguida concluiu: “Mas, com todo respeito à ministra Dilma, nós não conhecemos ela nesse lugar de eleita. Conhecemos como ministra de Minas e Energia, da Casa Civil e até respeitamos o trabalho dela, mas daí a ser presidente da República?”.

 

Ainda na mesma linha, a candidata do PV ironizou, sem citar nomes, a indicação que Lula vem fazendo em favor de Dilma. “Quem aqui que se casa só por que chega alguém e diz: ‘casa com esse moço, é uma maravilha de moço’? Não, a gente quer conhecer a pessoa primeiro, não é isso?” Fonte Radar Político

O roubo de dados da base da Receita Federal

 

O roubo de dados da base da Receita Federal reafirma os perigos políticos que representa a eventual eleição de Dilma Rousseff. O PT é um partido revolucionário que não tem limites para suas ações, legais e ilegais. Agora vemos que até mesmo pessoas privadas são alvo da espionagem, provavelmente com fins pecuniários. A Nação corre perigo. Texto e vídeo por Nivaldo Cordeiro

27 de agosto de 2010

Dê o seu grito, faça valer seus direitos

celular Em uma sociedade cada vez mais dependente de serviços e comércio é necessário um orgão público, que oriente os consumidores, informando sobre os seus direitos, e fiscalizando as relações de consumo, e ele existe, é o Procon (Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor).

 

Pena que os consumidores em geral não desfrute plenamente deste mecanismo de proteção, se limitando muitas vezes a um vago muxoxo de insatisfação. Por outro lado o prestador de serviços ou empresário necessita de um retorno mínimo de satisfação dos clientes sobre os serviços e produtos efetivamente prestados, a fim de buscar uma qualidade tornando seus serviços competitivos e atraentes. 

 

Considero que meus direitos e deveres encontram-se respaldado pela Constituição, não os encontrei na rua andando de cabeça baixa, como se lá os houvesse perdido. Sendo assim, hoje estive no Procon-SP para buscar uma orientação.

 

Telefônica, uma experiência desagradável

No último dia 19 fui até a loja da Vincel Telecom, no bairro da Lapa em São Paulo. Motivo, contratar um serviço de atualização de firmware de um celular. No balcão o aviso “Consertos em até uma hora”. Hoje (27), uma semana depois nada foi feito, o fato é que o serviço teria de ser feito de forma imediata e pronta entrega, sendo o celular um bem de comunicação, portanto imprescindível.

Deus está abrindo os olhos de Marina

“Uma campanha já é um prenúncio daquilo que se fará quando se chegar ao poder e quem não respeita a legislação, quem não respeita as instituições antes de ganhar, que garantia teremos de que respeitará depois que chegar lá?” Marina Silva sobre a violação do sigilo fiscal de integrantes do PSDB e outras pessoas

devassa não é a cerveja Marina: devassa ''é prenúncio do que se fará''

A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, criticou ontem, a violação do sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros três tucanos. "Não se pode utilizar meios ilícitos para conseguir informação de quem quer que seja", afirmou, em Curitiba. Mais tarde, em Maringá, pediu punição para o que chamou de vale-tudo na campanha.

 

"Uma campanha já é um prenúncio daquilo que se fará quando se chegar ao poder e quem não respeita a legislação, quem não respeita as instituições antes de ganhar, que garantia teremos de que respeitará depois que chegar lá?", argumentou.

 

Em razão disso, Marina afirmou que em sua plataforma de governo deixou claras as orientações sobre a questão ética da campanha. "Eu coloquei que não iríamos usar de baixaria com ninguém, não iríamos fazer ataques pessoais a ninguém e não iríamos usar qualquer tipo de informação por meios ilícitos para tisnar a honra de quem quer que seja."

Receita da cozinha do PT

dossiê da cozinha do ptO roubo de dados da base da Receita - Por Nivaldo Cordeiro

O editorial do Estadão (O crime continuado do PT) de hoje é daquelas peças para se emoldurar e não mais esquecer. Ele tem por tema o roubo dos dados de pessoas importantes da base da Receita Federal. Nem vou discutir aqui a exorbitância estatal de se fazer declaração de rendimentos e de fluxo patrimonial, que é uma outra história, para outro artigo. Na verdade, estamos em pleno vigor de um Estado policialesco, na medida em que as autoridades curvam-se aos interesses menores dos petralhas que tomaram o poder. Nas palavras do editorialista:

 

“Foi preciso uma decisão judicial, tomada na terça-feira, para que o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, pudesse exercer o direito elementar de acesso ao inquérito instaurado na Corregedoria-Geral da Receita para apurar a devassa nas suas declarações de renda - cópias das quais foram parar em mãos de pessoas ligadas à campanha da candidata petista Dilma Rousseff. E só assim o País ficou sabendo, já tardiamente, que o sigilo fiscal de outros contribuintes também foi quebrado na mesma ocasião, com a mesma sórdida intenção de atingir o candidato tucano ao Planalto, José Serra”.

Briga de palhaços no picadeiro

florentina, florentina

Veja o que vai na Folha Online por Daniela Lima

Mercadante pede que PR mude propaganda de Tiririca 

O candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Aloizio Mercadante, radicalizou com Tiririca, candidato a deputado federal. Mercadante disse que avisou ao PR, partido de sua coligação de que Tiririca faz parte, que ou ele muda o discurso exibido no horário eleitoral ou o nome de Mercadante vai parar de aparecer ao fundo.

 

No horário eleitoral exibido na TV, Tiririca pergunta: "O que é que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei. Mas vote em mim que eu te conto". Também usa como bordão a frase: "Pior do que tá não fica, vote Tiririca".

Hora de trocar as sandálias

O foco da eleição presidencial deve mudar neste momento!

A vantagem de Dilma é fato que não se pode e nem se deve contestar. De outra forma se dá "a tropa", umsorria, voce é filmadoa voz de comando equivocada. Certamente a eleição não está definida. A TV, ao distribuir a informação que temos eleição, descobre as tendências espontâneas do eleitorado. Aquece as intenções de voto. Mas ainda não cristaliza as 'decisões' de voto.

 
No entanto, ao sinalizar um movimento ascendente de Dilma, cria um quadro de despolarização da eleição. A despolarização da eleição pode ser uma armadilha para ambos os lados. Para Serra, numa hipótese, se insistir na polarização, pode aumentar os riscos de vitória de Dilma no primeiro turno ao isolar Marina. De Dilma, se o salto alto virar ''perna de pau', pode ver sua curva ascendente mudar, mesmo que levemente, de tendência.


O que estará acontecendo serão os candidatos da 'base aliada' nos Estados quererem pegar uma carona na vantagem dela. Com isso, uma certa passividade no campo da oposição que ocorre em vários Estados, pode, por instinto de sobrevivência, transformar-se num enfrentamento com a própria candidatura presidencial, ajudando alguma reversão da tendência ascendente.

26 de agosto de 2010

A boca só se cala quando o tiro acerta

sangrando sem féOposição frouxa, não queria sangrar o Lula em 2005 no auge do escândalo do mensalão, a desculpa era de que o país gozava de estabilidade política, e assim poderia ver o porco gordo sangrando. Quando alguém da oposição levantava a voz era uma coisa tímida, miúda, faltavam ao dever cívico, não exerciam o livre direito democrático, se acovardaram.

 

Agora o PT e Lula sangra a Petrobrás, os valores democráticos, a fé e a esperança de todos por um Brasil melhor. Dado a falta de apreço pela democracia e o viés totalitário de Dilma Roussef, candidata do PT as eleições presidenciais em outubro próximo, e a se confirmar as pseudo pesquisas eleitorais a  sociedade coloca as algemas no pulsos e joga no rio da indiferença a chave da libertação.

 

Parodiando o quadro do Zorra Total em que o viajante do futuro interpretado por Nelson Freitas retorna ao passado para mudar a história, não sendo bem sucedido ele exclama “Depois não diga que eu não avisei!”

Folha prepara terreno para Mercadante crescer em São Paulo

 

O jornal Folha de São Paulo noticiou hoje que, pela primeira vez, Dilma Rousseff superou José Serra nas intenções de voto no território Paulista. Em vídeo anterior mostrei que esse é um passo lógico para que as mesmas pesquisas venham mostrar crescimento de Aloizio Mercadante e recuo de Geraldo Alckmin. Comento que a vitória nacional do PT e do PSDB em São Paulo repetirá o cenário de 1932: São Paulo será convocado a ser baluarte contra a tirania. Texto e vídeo por Nivaldo Cordeiro

O risco é real e iminente

A 'mexicanização' em marcha - Editorial do Estadão por Bolívar Lamounier

congresso em perigoO processo sucessório presidencial em curso comporta dois cenários marcadamente assimétricos, conforme o vencedor seja José Serra ou Dilma Rousseff. Se for José Serra, não é difícil prever a cerrada oposição que ele sofrerá por parte do PT e dos "movimentos sociais", entidades estudantis e sindicatos controlados por ele - e, provavelmente, do próprio Lula. Se for Dilma Rousseff - como as pesquisas estão indicando -, o cenário provável é a ausência, e não o excesso, de oposição.

 

Para bem entender esta hipótese convém levar em conta dois fatos adicionais.

Primeiro, o cenário Dilma não se esgota na figura da ex-ministra. Ele inclui, entre os elementos mais relevantes, o controle de ambas as Casas do Congresso Nacional pela dupla PT e PMDB. Inclui também uma entidade institucional inédita, personificada por Lula. Semelhante, neste aspecto, a um aiatolá, atuando de fora para dentro do governo, Lula tentará, como é óbvio, influenciar o conjunto do sistema político no sentido que lhe parecer conveniente ao governo de sua pupila ou a seus próprios interesses. Emitirá juízos positivos ou negativos, em graus variáveis de sutileza, sobre medidas tomadas pelo governo e regulará não só o comportamento da base governista no Congresso, mas também os movimentos de sístole e diástole da "sociedade civil organizada" - entendendo-se por tal os sindicatos, segmentos corporativos e demais organizações sensíveis à sua orientação.

 

O segundo fato a considerar é a extensão da derrota que Lula terá conseguido impor à oposição. Claro, a eventual derrota será também consequência das ambiguidades, das divisões e dos equívocos da própria oposição, mas o fator determinante será, evidentemente, a ação de Lula e do esquema de forças sob seu comando. Deixo de lado, por óbvio, as condições econômicas extremamente favoráveis, o Bolsa-Família, a popularidade do presidente, etc.

25 de agosto de 2010

Eleição de Dilma levará à destruição das oposições

Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição. I Ts. 5.13

Comento no vídeo do link abaixo o artigo de Bolivar Lamunier (A 'mexicanização do Brasil), publicado no Estadão de hoje, bem como o principal editorial do mesmo jornal ("O risco de um PRI brasileiro. Ambos os textos mostram os perigos associados à eleição de Dilma Rousseff sugerindo a mexicanização do Brasil. Discordo. A eleição de Dilma é a consolidação da revolução marxista-leninista. Texto e vídeo por Nivaldo Cordeiro

24 de agosto de 2010

Eles querem a tudo dominar

sociedade prisioneira

A disputa pelo senado é a vontade chavista-petista de mudar a constituição

Segundo as pesquisas, a aposta do presidente Lula em derrotar senadores adversários e eleger no lugar uma bancada de amigos pode dar certo. Lula parece mais preocupado com a política a partir de 2011. Ele tem se dedicado a aplainar o terreno para um eventual governo petista. Uma de suas preocupações tem sido a futura composição do Senado. Depois de oito anos sem maioria na casa, Lula quer aproveitar o fato de que neste ano cada Estado elegerá dois senadores para construir um Senado no qual Dilma, se eleita, tenha facilidade para aprovar o que quiser.


Na equação política postulada recentemente por Lula, "um senador vale por três governadores". O plano presidencial inclui eleger 18 senadores no Nordeste, região onde Lula tem seus maiores índices de popularidade.  Para isso, Lula fez o PT desistir de algumas candidaturas ao governo de Estados para ter candidatos ao Senado. "Precisamos eleger uma bancada de senadores para que Dilma possa fazer um governo sem crises", diz o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), ex-presidente da Câmara.


Em uma pesquisa divulgada na semana passada, o Datafolha mostra que a estratégia de Lula pode dar certo. O Senado impôs a pior derrota de seu mandato no final de 2007. Na madrugada de 13 de dezembro, o Senado extinguiu a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).  A oposição segurou por um ano a aprovação da entrada da Venezuela no Mercosul. Também impediu que Lula nomeasse três amigos para direções da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da Agência Nacional de Águas (ANA). "Peço a Deus que essa companheira (Dilma) não tenha o Senado que eu tive", disse Lula no final de julho." Ex-blog do César Maia

23 de agosto de 2010

Quem não tem visão bate a cara contra o muro

Quem não tem colírio usa óculos escuros. Raul Seixas

cara no muroDos males escolho o menor - Por Nivaldo Cordeiro

Eu tenho um punhado de razões para não confiar em José Serra e mesmo não gostar de seu estilo autoritário. Nem do seu socialismo, que impiedosamente elevou impostos em São Paulo e impôs decisões perfectibilistas e autoritárias sobre os costumes da população em banalidades, como o hábito de fumar. Nem de seu projeto de poder, que faz do Estado um monstro que quer servir de instrumento de distribuição de renda, sacrificando a ética da propriedade privada e da meritocracia, instituindo o roubo institucional. Minha própria visão de Estado é aquela que vigorou na Era Vitoriana e bem sei que ela foi soterrada pelo aterrorizante século XX, tempo em que o Estado liberal foi assassinado pelos socialistas de todos os matizes.

 

Nem por isso vou gostar da alternativa posta para a continuidade lulista de Dilma Rousseff. O projeto de poder do PT é muito mais atroz, muito mais monomaníaco, tem propósitos claramente totalitários. Cada um dos defeitos e maus propósitos de José Serra e seu PSDB são multiplicados e piorados pelo projeto político do PT a níveis inimagináveis, aparentado que é com o projeto de Lênin. O PT lidera o consórcio entre as forças revolucionárias que restaram dos anos sessenta, do sindicalismo mais mafioso formado nos anos oitenta e dos interesses da plutocracia rentista inescrupulosa. Não ao acaso abundam recursos na campanha da Dilma Rousseff e mínguam na de José Serra. Dilma é a candidata dos muito ricos.

Folha de São Paulo virou panfleto do PT

 

A edição de hoje da Folha de São Paulo mostrou que, de fato, o jornal paulista se engajou a fundo na campanha do PT. Agora a meta é "desconstruir" Geraldo Alckmin. Noticiou que o "genial" Lula vai se concentrar no Estado para eleger Aloizio Mercadante. Traduzindo: as próximas pesquisas já trarão queda do candidato do PSDB, por pura magia do Lula e da Folha, que agora tornou-se, de fato, um panfleto eleitoral. Texto e vídeo por Nivaldo Cordeiro

Abestado vota em abestado

Faz tempo que não entrego panfleto, mas como vou perder o emprego no dia 1º de janeiro, é melhor mesmo eu voltar a entregar panfletos para os trabalhadores.

abestado vota em abestadoEsta fala é de Lula, em aviso prévio. A Constituição que lhe deu este emprego faz de conta através do voto, pelo mesmo mecanismo vai tirar sua mordomia. Lula anda preocupado em perder a mordomia que conforme o tempo vai escorrendo de seus dedos, igual a um punhado de areia. Tanto que hoje (23) de madrugada estava em uma fábrica em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, pedindo votos para Dilma Roussef. Lula quer garantir uma “boquinha”, em um eventual governo Dilma.

 

A política brasileira é um caso crônico de esculhambação, enquanto um “Abestado” pede votos no Programa Eleitoral Gratuito, outro vai para o chão da fábrica pedir votos para uma “Abestada”. E o povo segue no deserto, entre cobras, escorpiões e serpentes ardentes. Do alto da sua soberania Deus fala “Levai meu povo para a Terra Prometida, o deixo em suas mãos"!

 

Definição da web para abestado: adj. – Apalermado, imbecil, idiota, estúpido, pessoa que não entende de nada. “Não gosto dele, não. Ele é muito abestado pro meu gosto”.

Um Contra 100

O massacre midiático contra José Serra - Nivaldo Cordeiro

Em esplêndido artigo publicado na edição de ontem da Folha de São Paulo, o cientista político José Augusto Guilhon Albuquerque (Entre o erro e a torcida) apontou com propriedade os erros elementares na metodologia de pesquisa do Datafolha, que levaram o instituto, na semana passada, a apresentar larga margem de vantagem de Dilma Rousseff sobre José Serra. O autor foi muito elegante e irônico ao escolher as palavras. Não sublinhou apenas o erro metodológico, mas a “torcida”. Eu digo: não é torcida, é propaganda da causa. É ação de má fé para com os brasileiros, tentando obstinada e deliberadamente enganar e conduzir os votos.

 

todos contra umAs pesquisas eleitorais no Brasil tornaram-se elemento importante na estratégia de campanha, transformando-se em agentes ativos do processo eleitoral como um todo, a começar pela definição dos apoios políticos, importantíssimos na reta final de campanha. Sem esses apoios regionais as candidaturas majoritárias têm muita dificuldade de falar com os eleitores distantes dos grandes centros. O eleitor isolado talvez nem esteja tão sujeito ao alarido provocado por elas, mas os cabos eleitorais, os caciques locais e, sobretudo, a mídia que gera notícia a partir de si mesma, em looping fabricado como um sonho replicando dentro de um sonho, libera grande energia contra a vontade soberana do eleitorado.

 

O que está senso feito é um gesto de engenharia de comunicação para manipular a consciência do público eleitor, de maneira deliberada e desonesta. Essa ação desleal e infame precisa ser denunciada não apenas porque acaba se tornando uma manipulação das eleições, mas porque retira da democracia a sua própria legitimidade. Chegamos ao estágio em que a vontade popular deixou de ser sujeito, soberana; quem manda agora na escolha dos governantes é o consórcio sórdido de sociólogos dos institutos e editores de jornais.

Grupo Folha massacra José Serra

 

O Grupo Folha - o Datafolha e o jornal Folha de São Paulo - está massacrando a candidatura de José Serra à Presidência da República. As pesquisas divulgadas hoje pelo jornal, dando 17 pontos de vantagem para Dilma Rousseff, é um delírio propagandista digno de Joseph Goebbels. É propaganda maciça para eleger Dilma no primeiro turno. Um perigo para a democracia. Texto e vídeo por Nivaldo Cordeiro

22 de agosto de 2010

Quem disse que queremos brincar de boneca

Compre já a sua linda boneca Dilma. Ela vem com metralhadora, faca e cofre. E não é só isso. Ao adquirir a sua linda boneca Dilma, além da metralhadora, da faca e do cofre, você ainda ganha um CD do premiado filme “Lula, o filho do Brasil”. E não é só isso. Além da metralhadora, da faca, do cofre e do filme “Lula, o filho do Brasil”, você ainda ganha o livro assinado pelo intelectual Marco Aurélio Garcia: “Melhores momentos dos discursos da companheira Dilma”. Com prefácio de José Dirceu. Fonte www.guiasaojose.com.br

 

bichinha palanqueira A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, esteve neste domingo em Guariba, no interior do Estado de São Paulo. Ela criticou veementemente a propaganda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as eleições deste ano, na qual um boneco do sexo masculino recebe a faixa de presidente.

 

Marina afirmou que o TSE deveria mostrar também duas bonequinhas, "uma magrinha e negra", outra "fortinha e branca", numa referência a ela própria e à candidata Dilma Rousseff (PT). "Vamos fazer a distribuição adequada da propaganda do TSE, que está bom no conteúdo, porém a mensagem subliminar, empossando um homem, não está boa".

 

O TSE de fato foi infeliz em sua propaganda. O que a candidata verde (sem desenho tá) desconhece é que não precisamos de “bonecos” a nos representar. Foi-se o tempo em que brincávamos de boneca, seja Barbie ou Falcon. Adultos, deixamos as coisas de criança. No máximo, algum solitário pode levar para a cama uma destas bonecas de plásticos. A boneca nada fala, nada sente, nada ouve, de personalidade anulada, igual a uma candidata, objeto de ventríloquo.

20 de agosto de 2010

Na disputa pelo terceiro mandato

Editorial do Estadão

 

O mesmo Lula que mais de uma vez prometera "ir para casa" quando terminar o mandato e "não dar palpite na vida de quem está governando", agora avisa que está disputando seu terceiro mandato.

cara de cachaceiro Muito do que se vê no horário gratuito não é o que parece - a começar da expressão, que esconde o fato de que, no fim, a conta sobra para o contribuinte. Mas nada do que se mostra nos programas de propaganda eleitoral se parece tanto com conversa de vendedor de fitas piratas como o que o presidente Lula diz da candidata que escolheu solitariamente para ser a sua sucessora. A tal ponto ele se derrama em superlativos sobre as suas imbatíveis qualidades, que pode levar o espectador mais cético, ao modo do santo e da esmola, a desconfiar até dos atributos que ela haverá de ter.

 

O presidente que inventou o bordão do "nunca antes na história deste país" para se vangloriar dos seus presumíveis feitos sem precedentes usa agora na promoção de sua afilhada a mesma retórica da louvação sem limites. No primeiro programa em que roubou a cena como puxador de votos para Dilma, na terça-feira à noite, Lula mostrou como sabe ser excessivo. Numa fala gravada no Palácio da Alvorada, a residência oficial dos presidentes brasileiros - a lei, ora a lei -, ele jorrou: "Tem pessoas a quem a gente confia um trabalho, e elas fazem tudo certo. Estes são os bons. E há pessoas a quem a gente dá uma missão, e elas se superam. Estes são os especiais. Dilma é assim."

O homem na estrada

o homem na estrada “Quem pensa que vou deixar a Presidência e vou para Paris para Harvard, vou não sei para onde… Não, eu vou vir para o sertão brasileiro, vou viajar este país inteiro para ver o que eu fiz e o que eu não fiz”. Esta fala delinqüente é de Lula em visita a Petrolina (PE), onde visitou a Universidade Federal do Vale do São Francisco.

 

Caim após matar e esconder o corpo de seu irmão Abel teve uma sentença dura de Deus, que lhe disse “fugitivo e vagabundo serás na terra. Lula admite pois que mil anos é pouco para um errante vagabundo. “Vou viajar este país inteiro para ver o que eu fiz e o que eu não fiz”. Vai ver vai a caminhos que o levam a lugar nenhum, já que admite que não sabe pra onde.

 

Impossível não lembrar da letra O homem na estrada de Racionais Mcs, aqui a primeira quadra:

 

Um homem na estrada recomeça sua vida
Sua finalidade: a sua liberdade
Que foi perdida, subtraída
E quer provar a si mesmo que realmente mudou

Que se recuperou e quer viver em paz, não olhar
Para trás, dizer ao crime: nunca mais!

 

As andanças de Lula, o viramundo

Pé na estrada Lula, a diferença é que agora você não contará com recursos oficiais para bancar sua itinerância. De minha parte se o vir sedento nem um copo de água lhe oferto.

Lula e José Eduardo Cardozo mentem sobre as FARC

Hoje começou em Buenos Ayres mais um encontro do Foro de São Paulo. Lula enviou-lhe carta negando que tenham fundado uma nova internacional socialista (na verdade, falando com os eleitores brasileiros), que apenas se organizaram contra a "direita neoliberal", implicitamente negando que se associaram com o terrorismo das FARC e de outros grupos radicais. O Estadão deu destaque às declarações de José Eduardo Cardozo, coordenador da campanha da Dilma, negando qualquer ligação com as FARC. Ambos mentem, basta consultar as atas, disponibilizadas no site www.midiasemmascara.org.  O próprio jornal Estadão desmentiu o coordenador da campanha, informando que as FARC estavam na fundação do Foro de São Paulo, no ano 1990. Texto e vídeo por Nivaldo Cordeiro

19 de agosto de 2010

A boneca de fio de Gepeto

 

Depois de incorporar diversos personagens da história, Lula incorporou o imperador Júlio César, que diante da insatisfação do povo romano declarou “Ad populum panis et circensis”, em tradução para o português “para o povo, pão e circo. Dê-lhes comida e diversão e eles nunca se rebelarão!” Há muito tempo o imperador não governa, agora achou de oferecer ao povo o seu sucessor, no caso a inanimada Dilma Roussef, criatura saída das sombras, de passado questionável, presente contraditório e futuro incerto.

 

Lula tá se achando, rivaliza até com Deus. Este criou Adão do barro, soprando em suas narinas o fôlego de vida, aquele criou Dilma, soprando em seus ouvidos como deve se portar, a candidata se tem idéias próprias não as expõe, pois se escora no Lula, que por fim se mostrará uma cana, que perfurará a mão. Quem conhece as Sagradas Escrituras conhece esta expressão. Tomando como máxima a expressão de Júlio Cesar, Lula quer nos impor uma marionete, sem expressão, sem vida fora do palco, quer que todos nós compre ingresso para este circo.

 

Dilma não tem uma idéia pra chamar de sua, esta a razão por citar Lula em seus discursos e entrevistas inúmeras vezes, nunca tivemos um candidato a presidente do Brasil com tamanha falta de conteúdo.

 

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10 estratégias da manipulação

18 de agosto de 2010

Elio Gaspari confunde trator com viaduto

a bela sara palin A análise de Élio Gaspari - Nivaldo Cordeiro

Quero comentar aqui o artigo de Elio Gaspari (Modelo "'Serra Palin"' emborcou) publicado hoje na Folha de São Paulo, pois ele é muito relevante como instrumento para explicitar os desacertos da candidatura de José Serra à Presidência da República e o modo de operação do PT, que está firmemente determinado a se manter no poder a qualquer preço.

 

O primeiro ponto é que o articulista da Folha de São Paulo aceita como de boa fé o resultado das pesquisas eleitorais de intenção de votos que têm sido divulgadas. Nem mesmo a variação extrema que apresentam entre si leva Elio Gaspari a pensar que pode haver algo de muito estranho acontecendo dentro dos institutos. Eu tomo o que já apontei anteriormente no Datafolha para duvidar que essas pesquisas estejam corretas: aquele instituto registrou crescimento na intenção de votos na candidatura de Geraldo Alckmin para governador do Estado e queda na preferência por José Serra no eleitorado paulista. Não houve qualquer fato novo para que os paulistas viessem a repudiar seu antigo governador, aliás tido como bom governante e que tem amplo amparo partidário no Estado, sem as traições verificadas em outras localidades em que o PSDB governa.

 

Essa óbvia inconsistência não foi sequer notada. Os demais institutos parecem estar praticando o campeonato para ver quem aumenta mais a vantagem de Dilma Rousseff em relação a José Serra, sem qualquer pé na realidade factual. Tenho a sensação que essas pesquisas estão enviesadas pelo esmagador poder econômico e político do governo federal, controlado pelo PT. Não tem havido qualquer fato novo que justifique esse descolamento da candidata Dilma Rousseff de José Serra. Tais notícias sobre pesquisas mais parecem fato midiático inventado para induzir o eleitorado para os braços do PT. Ao menos para o eleitorado paulista eu ponho em dúvida a veracidade dos resultados divulgados.

Institutos de pesquisa de rabo preso com o PT

 

A convergência dos resultados dos três principais institutos de pesquisa - o último a divulgar foi o IBOPE, dando 11 pontos percentuais de vantagem - são suspeitas e refletem o esmagador peso político e econômico do governo federal. Eles apenas criaram um fato midiático, tentando induzir o voto dos eleitores indecisos e mesmo reverter votos de José Serra para Dilma Rousseff. Uma ação desse tipo é um perigo para a democracia. Institutos que falsificam dados podem ajudar a eleger governantes à margem da representação genuina. Vídeo e texto por Nivaldo Cordeiro

Saber mais 10 estratégias da manipulação

17 de agosto de 2010

Indio, este governo é frouxo com o MST

indio, ficha limpa Indio acusa governo Lula de ser 'frouxo' com MST

 

O candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, Indio da Costa (DEM), acusou hoje o governo federal de ser "frouxo" com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Em debate de vices promovido pelo Grupo Estado, em São Paulo, o democrata rebateu o candidato a vice Michel Temer (PMDB), parceiro de Dilma Rousseff (PT), que havia dito pouco antes que um eventual governo de Dilma "não toleraria o que está fora da lei".

 

"Essa pode ser a posição de Temer, mas não é de Dilma. Ela botou o boné do MST confraternizando com o pessoal deles. Depois Stédile (João Pedro Stédile, líder do MST) disse que no governo Dilma ia ser ''molezinha'' invadir terra", rebateu Indio. "Esse governo tem sido frouxo em relação as invasões. Com essa história de botar e tirar boné, o governo deixa dúvida se é frouxo ou apoia", afirmou o vice de Serra, lembrando que o repasse de recursos públicos para o MST mostra "apoio" ao movimento.

 

Temer disse acreditar que no governo de Luiz Inácio Lula da Silva os movimentos sociais foram "pacificados". Indio alegou que, recebendo recursos públicos, as organizações se tornaram foi "aliadas" a Lula. O democrata afirmou ainda não considerar o MST um movimento social. Carolina Freitas -  Agência Estado

Dilma, sensível igual a um cacto

cacto, o espinhoso Começou o horário eleitoral gratuito na TV e Rádio. O enfoque nos candidatos valorizou o lado “humano”. Pelo menos no primeiro programa não houve ataques diretos, a proposta era apresentar o candidato ao eleitor. Dilma aparece falando de paixões e crenças, com ênfase muito forte na “sensibilidade”. Olívio Dutra, ex-governador do Rio Grande do Sul, apareceu na telinha dizendo ser Dilma, mulher “muito sensível”.

 

Há um esforço petista para caracterizar a mandona Dilma como uma pessoa emotiva e sensível. Tão sensível que se dirige aos seus subordinados aos gritos. Lula em discurso de cerimônia de posse de ministros, afirmou que dado o ímpeto impetuoso de Dilma, julgava natural haver queixas de colegas ministeriais contra ela, mas que a mesma deveria maneirar, ser mais suave. Olívio Dutra tem razão, Dilma é sensível igual a um cacto, basta não encostar em seus espinhos.

16 de agosto de 2010

Publicação se retrata por artigo sobre Jesus

a cura da sogra de pedro Trabalho publicado pela Virology Journal que aborda a descrição bíblica da cura de uma mulher como um possível caso de influenza gerou polêmica no meio acadêmico.

 

O artigo "Influenza or not influenza: Analysis of a case of high fever that happened 2000 years ago in Biblical time", publicado em 21 de julho, especulava que uma mulher curada por Jesus seria um dos primeiros registros da doença.

 

Após uma série de críticas, inclusive da comunidade científica, o próprio editor-chefe Robert F. Garry pediu desculpas públicas pelo artigo. Em suas palavras, ele “claramente não contém o tipo de embasamento robusto de dados necessário”. Garry pede ainda desculpas por “qualquer confusão ou preocupação que o artigo possa ter causado entre os leitores, ou além”.

 

O editor esclareceu que a intenção do material era ser uma peça opinativa, mas que “as especulações contidas nele claramente seriam mais bem expressas fora dos domínios de um veículo peer-reviewed”. O termo é usado para descrever aqueles jornais e revistas que têm uma política para aceitar a publicação de uma peça com base no julgamento da obra por “pares” do autor. Isso quer dizer que um trabalho submetido é avaliado por dois ou três especialistas que irão julgar se o manuscrito pode ser publicado como está. Estes revisores podem sugerir mudanças, fazer críticas, comentários... Eles também têm a liberdade de dizer que o trabalho é bom, mas não está no escopo da revista, por exemplo.

Dilma no limite do efeito poste

cao faz xixi Ex- blog do César Maia

Dilma chegou aos 40%. Podemos chamar esses 40% de efeito-poste, ou seja, é esta a porcentagem de eleitores que diz votar em qualquer candidato que Lula apresentar. Mesmo que ainda não sejam todos resultantes do efeito-poste, Dilma chegará aí, se é que não chegou. Claro que não é automático, mas a pré-campanha aberta de Lula com Dilma a tiracolo serviu para isso. Outros 20% dizem que não votariam em candidato de Lula de jeito nenhum. Suponhamos que estes estejam marcando Serra nas pesquisas. Para ajudar as contas, digamos que 10% votarão em branco ou anularão o voto.


Ou seja, dos 100%, são 90% os que votarão, e destes, 40% do total de partida na Dilma e 20% compulsoriamente no Serra. Restam 30%. Quanto Marina terá? A TV com pouco tempo vai reduzir seus votos como ocorreu com a Heloisa Helena? Digamos que não e que ela confirme os 10% que tem.  Se for assim, restam 20% dos eleitores. Suponhamos que destes Serra já garantiu a metade e está mesmo num patamar de 30%.

 

Então, os 10% de indecisos serão os focos de Dilma e Serra. Mas, nesse caso, teremos segundo turno de qualquer maneira. Mas se Marina cair pela metade, como Heloisa Helena, teremos 15% de indecisos para a disputa de Dilma e Serra. Sendo assim, Dilma parte de 40% e Serra de 30% na disputa por estes 15%. Bastaria a Dilma chegar aos 45% para decidir no primeiro turno.

 

Mas não é tão simples. Primeiro, pela Marina. Se em janeiro havia uma expectativa de Serra manter o patamar em que estava e Marina cair, hoje, o melhor para Serra é Marina ficar, no mínimo, nos 10% onde está. Isso seria a garantia de um segundo turno.

15 de agosto de 2010

A atriz Fernanda Torres e a moralidade retrógada

 

A atriz Fernanda Torres publicou hoje, na Folha de São Paulo, artigo ("Uni, duni, tê") no qual comenta os prós e contras da opção de votar em cada um dos principais candidatos. Fernanda Torres terá sido a mais destacada pessoa do teatro nacional a se empregar na revolução gramsciana que pôs a patota do PT e toda a esquerda no poder, destruindo as forças de direta. Por isso achei relevante comentar o seu artigo em vídeo.

 

Fernanda Torres, para completar, ainda criticou o que chamou de "uma igreja retrógrada" que apóia Marina Silva. Segunda ela, Marina Silva defende teses relevantes, mas se desqualifica por causa desse apoio. Escapa à renomada atriz que as teses ambientalistas são elas mesma de total irrelevância. Dá pena de ver a sua pobreza analítica, equivalente à nossa miséria política. Vídeo e texto por Nivaldo Cordeiro

PT detonou candidatura de Roseana em 2002

a imagem do descrédito

Sindicalista denuncia arapongagem do PT em 2002

Antigos companheiros do presidente Lula formaram um núcleo de arapongagem em 2002 para espionar e promover ataques a adversários do petista que, na ocasião, disputava pela quarta vez consecutiva o Palácio do Planalto. A denúncia é do sindicalista Wagner Cinchetto.

 

Ele afirma ter integrado o grupo que teria como principal estratégia atribuir à campanha de José Serra (PSDB) a autoria de ações clandestinas.

 

Uma dessas investidas, afirmou Cinchetto à revista Veja, foi a polêmica operação da Polícia Federal que, naquele ano, recolheu na sede da empresa Lunus R$ 1,34 milhão, dinheiro vivo e sem origem declarada que seria do caixa 2 da campanha de Roseana Sarney (PMDB), hoje governadora do Maranhão e então pré-candidata à sucessão de Fernando Henrique Cardoso.

 

"O Lula sabia do núcleo e deu autorização", afirma Cinchetto. "Tinha um plano para detonar a campanha da Roseana", disse ele ao jornal O Estado de S. Paulo, ontem. "A gente tinha uma pessoa infiltrada na operação Lunus. Orientamos para ligar ao Palácio do Planalto para dizer que tinha dado tudo certo. Ficou a impressão digital do Serra. Quando a Roseana atacou o Serra o grupo festejou, teve comemoração. O PT estava nessa. Todo mundo acha que os tucanos planejaram."

14 de agosto de 2010

Dilma na luta armada

A revista Época desta semana traz reportagem esclarecedora a respeito do passado da candidata presidencial Dilma Roussef (PT). A revista tentou contato com Dilma reiteradas vezes para esclarecer as dúvidas que pairam sobre este assunto. Todas as tentativas foram negadas, pois o tema é sensível a candidata que tem um passado sombrio, pouco a sociedade sabe sobre ela, que até outro dia era uma ilustre desconhecida.

 

O passado tenebroso de Dilma

Mais abaixo, um trecho da reportagem de Época, recomendo que veja as imagens e principalmente o infográfico que joga luz sobre este período da vida de Dilma Roussef, a candidata do Lula. Dica, clique sobre o infográfico para avançar, ao invés de play. A integra da reportagem está disponível para assinantes.

 

Em outubro de 1968, o Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um documento de 140 páginaDilma, passado tenebrosoas sobre o estado da “guerra revolucionária no país”. Quatro anos após o golpe que instalou a ditatura militar no Brasil, grupos de esquerda promoviam ações armadas contra o regime. O relatório lista assaltos a bancos, atentados e mortes. Em Minas Gerais, o SNI se preocupava com um grupo dissidente da organização chamada Polop (Política Operária). O texto afirma que reuniões do grupo ocorriam em um apartamento na Rua João Pinheiro, 82, em Belo Horizonte, onde vivia Cláudio Galeno Linhares. Entre os militantes aparece Dilma Vana Rousseff Linhares, descrita como “esposa de Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (‘Lobato’). É estudante da Faculdade de Ciências Econômicas e seus antecedentes estão sendo levantados”. Dilma e a máquina repressiva da ditadura começavam a se conhecer.

13 de agosto de 2010

A politica é a canalização das emoções humanas

chinelo é pra calçarA politica é a canalização das emoções humanas. Tanto pode ser trágica, quanto cômica. Nossos leitores sabem que retratamos aqui o homem, poço de incoerências, com especial atenção a política por considerarmos a mesma um retrato fiel de imprevisibilidade humana. Um quadro de loucura.

 

Feito este prólogo, informo que temos aqui uma seção chamada Humor Político, onde despretensiosamente postamos imagens de candidatos que por sua natureza são engraçados ou trágicos, dado os seus nomes de registro no TSE. O candidato tem um nome que o identifica junto ao seus conhecidos ou mais por oportunismo registra um nome ou apelido que acredita vai levá-lo a ter um bom impacto junto ao eleitorado, traduzindo este impacto em votos. E o Tribunal Superior eleitoral (TSE), simplesmente acolhe este pedido, sem questionamentos.

Equipe de TV de Dilma enfrenta saia justa no DF

o abacaxi do PT Chama a polícia

 

Equipe de tevê da campanha de Dilma Rousseff passou por maus bocados no Ceasa de Brasília, quando gravava imagens, há dias. A turma pegou emprestadas frutas de um feirante e foi por ele acusada de não pagar nem devolvê-las.

 

O comerciante prendeu todo mundo no box e chamou a polícia. Após muita discussão e diante dos policiais, as frutas foram pagas. O comitê de Dilma nega que o fato tenha ocorrido. Claudio Humberto

 

Comentando

Não me surpreende esta informação do Claudio Humberto. Em 2006 Lula havia discursado, ninguém aplaudiu, deu se um jeito, apoderaram-se do áudio das palmas do Koffi Anan, na ONU, inserindo o áudio na fala de Lula. Esta tentação do alheio está no DNA petista, veja declaração do próprio Lula em discurso de formatura do ProJovem.

 

“Naquele tempo não tinha tanta maçã como tem hoje. Toda quinta-feira tinha uma feira e eu saía da escola e passava na banca de fruta, tinha maçã argentina, vermelha, gostosa, a minha boca enchia d´água, eu tinha vontade pegar uma maçã e sair correndo".

 

Ele disse nunca ter cedido à tentação do furto, porque tinha vergonha que alguém o pegasse. Ele não queria fazer a mãe passar humilhação. Hoje na presidência estes fatos são só lembranças do passado, visto a carga de casos de corrupção e outras coisas cabeludas que envolvem a Lula e as pessoas em sua órbita. Lula não se interessa mais por maçãs, pode ter todas as que quiser, quanto a vergonha e moral ficou perdida em algum canto de uma rua qualquer…

 

Uma sociedade sem freios é delinqüente

Vejo na figura deste comerciante a imagem do pai do presidenciável José Serra que carregava caixas de frutas para que um dia o filho pudesse carregar caixas de livros. Esta pequena delinqüência dos integrantes da campanha da Dilma tirava a oportunidade dos familiares do comerciante, que não se intimidou, chamou a polícia.

 

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Os números do espanto

minha casa, o embuste

Caixa esconde números desfavoráveis ao governo

Andréa Michael e Daniela Lima - Folha São Paulo 

Minha Casa, Minha Vida só concluiu 1,2% dos imóveis na faixa de até 3 mínimos

Dados que a Caixa alega não existirem estão em documento obtido pela Folha; programa é uma plataforma de Dilma

 

A Caixa Econômica Federal omite dados do programa Minha Casa, Minha Vida desfavoráveis ao governo Lula. O banco federal alega não haver números consolidados sobre a conclusão de unidades habitacionais financiadas pelo programa, com detalhamento da sua execução por faixa de renda.


Mas os números existem e mostram que, no segmento no qual se concentra 90% do deficit habitacional do país, a conclusão dos imóveis não chega a 2%. Balanço referente ao dia 30 de junho deste ano obtido pela Folha revela que, para o grupo de renda de zero a três salários mínimos, apenas 1,2% das 240.569 unidades contratadas foi concluído. O número de unidades já entregues é ainda menor: 565, ou apenas 0,23%. 

Lançamento

O Minha Casa, Minha Vida foi apresentado em março de 2009 como programa prioritário do governo federal e é uma das principais plataformas eleitorais da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. O governo espera assinar contratos de 1 milhão de unidades até o fim de 2010.

12 de agosto de 2010

As injustiças da história

justica, cega e lenta A justiça das mãos – por Jayme Copstein

 

O drama vivido por Sakineh Mohammadi, a mulher iraniana condenada a morrer apedrejada pelos aiatolás, comove o mundo e particularmente camadas significativas da população brasileira. Pena que alguns segmentos pródigos em manifestações ruidosas quando se trata de casos como o do terrorista Cesare Battisti, assassino condenado pela Justiça italiana, não se manifestem agora em defesa daquela pobre mulher, vítima de uma sociedade que não conseguiu sair ainda da Idade Média.

 

É bom que o drama vivido por Sakineh tenha comovido parte significativa da sociedade brasileira. Mostra como evoluímos positivamente, aqui, no que diz respeito aos direitos humanos. Quem se der ao trabalho de percorrer jornais antigos vai se surpreender com as cenas de selvageria protagonizadas por cidadãos “indignados”, decididos a fazer justiça pelas próprias mãos.

 

Tenho anotações de um caso, colhidas nos jornais de 1899, envolvendo um francês, José Pomaret, na cidade do Rio Grande. Em 16 de agosto daquele ano, uma menina de dois anos que brincava na calçada, na frente de casa. Foi levado por um desconhecido para as macegas que existiam no fim da Rua Francisco Marques. Só ao anoitecer, a garotinha reapareceu, com as vestes rasgadas, bastante machucada e com evidências de ter sofrido estupro.

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